Uma pergunta incômoda. Uma resposta que salva vidas.
Por que pacientes com AVC no interior do Brasil continuavam morrendo quando o tratamento que poderia salvá-los já existia?

Dr. Diógenes Zãn
Neurologista · Fundador e CEO da IMCELER
Tudo começou com três hospitais
Diógenes Zãn, neurologista e neurorradiologista intervencionista formado pelo HCPA/UFRGS, sabia a resposta. O problema não era a ciência — era o acesso. Os protocolos existiam. As drogas existiam. O que faltava era o especialista certo, no momento certo, no lugar certo.
Foi com essa convicção que ele começou a trabalhar nos bastidores de três hospitais do Rio Grande do Sul: o Hospital Municipal Getúlio Vargas, em Sapucaia do Sul; a Santa Casa de Porto Alegre; e o Hospital Dom João Becker, em Gravataí. Em cada um deles, o desafio era o mesmo — construir uma linha de cuidado ao AVC que funcionasse de verdade, com protocolo rigoroso, equipe treinada e suporte especializado remoto disponível 24 horas por dia.
O resultado surpreendeu até os mais céticos. Sem grandes investimentos em infraestrutura, sem aumentar custos operacionais significativos e usando telemedicina como alavanca, os três hospitais alcançaram a certificação internacional pela World Stroke Organization e pela Angels Initiative — os selos de excelência mais reconhecidos globalmente no cuidado ao AVC.
As taxas de tratamento cresceram expressivamente. O tempo de permanência reduziu. A mortalidade caiu. Eram dados reais, de hospitais reais, com pacientes que antes não teriam chance.
A notícia se espalhou rápido
Outros hospitais começaram a bater à porta. Queriam a mesma solução. Queriam os mesmos resultados. E o contexto tornava o pedido ainda mais urgente: o Brasil vivia o período pós-pandemia, com sistemas de saúde fragilizados, equipes esgotadas e uma tragédia silenciosa se repetindo todos os dias — o AVC como a principal causa de morte e incapacidade no país, com menos de 10% dos casos recebendo o tratamento adequado no tempo certo.
Foi nesse cenário que nasceu a IMCELER. Não como mais uma empresa de telemedicina. Mas como uma resposta estruturada a uma falha sistêmica do país. Um time formado por médicos especialistas, gestores de saúde, profissionais de tecnologia e educadores — unidos por um propósito comum: fazer com que cada paciente com AVC no Brasil, independentemente de onde esteja, tenha acesso ao melhor cuidado possível.
Três pilares intencionais
Assistência
O TeleAVC® como carro-chefe — o primeiro serviço comercial de telemedicina em AVC disponível 24/7 no Brasil.
Gestão
Metodologias de saúde baseada em valor que transformam hospitais parceiros em referências mensuráveis.
Educação
Programas de formação que multiplicam a capacidade das equipes locais de agir com segurança e velocidade.
Porque uma empresa que apenas presta serviço não muda um sistema. Uma empresa que forma, estrutura e mede — essa muda.
O impacto hoje
Hoje, a IMCELER está presente em mais de 20 hospitais, em múltiplos estados brasileiros. Os números falam: aumento expressivo na taxa de trombólise, redução do NIHSS mediano de 9 para 1 após o tratamento, resultados apresentados no World Stroke Congress e publicados no International Journal of Stroke.
Mas o que mais importa não está nos papers. Está nas histórias dos pacientes que voltaram para casa. Que voltaram a falar. Que voltaram a andar. Que voltaram a abraçar quem amam.
20+
Hospitais parceiros
24/7
Cobertura TeleAVC®
9→1
NIHSS mediano
<10%
Tratamento adequado no BR
A IMCELER existe porque um médico decidiu que um problema estrutural de saúde pública não era culpa do destino — era uma lacuna esperando por uma solução. E que a solução, quando bem construída, pode escalar.
A meta é 100 hospitais até 2030.
E mais de 100 mil vidas transformadas.
